Poema e chão
Escrevo vastidões homéricas de palavras.
Percorro planícies, desertos e montanhas.
A cada milha, a cada página, chego mais perto…
Superada qualquer dor e a exaustão,
até não sentir já, nem pés, nem mãos.
Adivinham-se páginas em branco e o caminho aberto…
As palavras envolvem-me a cada passo.
As milhas despertam-me a cada verso.
O poema é vivo e o chão estremece!
Percorrer-te sempre a razão.
Dizer-te sempre o coração.
És o Poema!
E, simultaneamente… o meu chão!
sábado, março 22, 2008
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